Que a nossa...

Que a nossa...

Que a nossa...

Que a nossa pregação seja a nossa vida.
Que a nossa canção seja a nossa sintonia entre terra e céu.
Que a nossa adoração seja a nossa forma de ver a vida.
Que a nossa fé não esteja fundamentada em sinais, sentimentos ou arrepios.
Que a nossa transformação seja diária e constante e não momentânea e em picos de euforia.
Que a nossa oração nunca seja fingida, forçada ou hipócrita, mas que seja sincera e abundante.
Que a nossa vontade se submeta à vontade de Deus sempre.
Que a nossa tristeza possa saltar de alegria ao olharmos para o nosso redentor, porque Ele vive.
Que a nossa habilidade não atrapalhe o propósito, tampouco o dom perca o brilho da humildade.
Que a nossa presença não se torne mais importante nos lugares que a Presença.
Que a nossa luz brilhe num mundo de trevas.
Que a nossa chama nunca se apague.
Que a nossa lenha se junte com outras lenhas e queime fervorosamente.
Que a nossa vida já não seja mais nossa, mas Dele, veementemente.

Pâmela Wurz.